Qual o tamanho da inteligência?E sua origem e limites? Suas formas e nuances, imagina? Emocional, biônica, musical, interpessoal, robótica, irracional, corporal, animal, espacial, linguística. E nos tempos atuais, a mais recorrente e comum:
a Inteligência Artificial.
Aqui quero ser o mais racional e sapiente possível: Como a odontologia moderna tem absorvido e usufruído da IA nas nossas práticas clínicas?
Pensando bem, estamos em constante evolução, com avanços tecnológicos que visam oferecer mais conforto, eficiência e resultados incríveis; a IA nos favorece benefícios inúmeros, como alguns que pontuo ligeiramente aqui.
Análise de imagens*: A IA pode analisar radiografias, tomografias computadorizadas e outras imagens para detectar problemas como cáries, fraturas e tumores.
Simulação de tratamentos: A IA pode criar modelos 3D da boca do paciente, permitindo que os dentistas simulem diferentes tratamentos e visualizem os resultados potenciais.
Planejamento de implantes: A IA pode ajudar a planejar a colocação de implantes dentários, garantindo que sejam posicionados corretamente para um resultado otimizado.
Cirurgia robótica: A IA pode ser usada em cirurgia robótica para realizar procedimentos complexos, como a extração de dentes impactados.
Pesquisa e desenvolvimento: A IA pode ajudar a acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de novos tratamentos e tecnologias odontológicas.
É fascinante e desafiador experimentarmos tudo que essa camada da inteligência didaticamente chamada de “ARTIFICIAL” pode nos trazer. Adentramos portais e experiências fenomenais que paradoxalmente nos aproximam ainda mais da orquestra magistral que é a grandeza do NATURAL.