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Foto: Freepik

Descubra como se proteger das doenças virais neste outono

SAÚDE RESPIRATÓRIA

Além das medidas preventivas, a laserterapia tem se destacado como um tratamento complementar eficaz na recuperação de infecções respiratórias.

Tempo de Leitura: 3 minutos

Com a chegada do outono, há um aumento significativo na incidência de doenças respiratórias, afetando especialmente crianças e idosos. O HCor, Hospital do Coração, em São Paulo, registra um aumento de 30% a 40% no atendimento a pacientes com doenças respiratórias e cardiovasculares durante o outono.

Dados do Ministério da Saúde indicam que, nas primeiras semanas do outono de 2024, houve um aumento de casos de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e de influenza, correspondendo a 35% e 21% dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), respectivamente. Além disso, cerca de 30% dos brasileiros têm alguma alergia respiratória, condição que prejudica a qualidade de vida com sintomas como coriza, congestão nasal, tosse seca e falta de ar, piorando nesta época do ano.

A enfermeira e laserterapeuta Cintia Freitas, que possui experiência no cuidado pediátrico, destaca a importância de medidas preventivas durante esta estação.

No outono, intensifica-se a presença de vírus como o da Influenza, causador da gripe, e o Rinovírus,Vírus sincicial respiratório, metapneumovírus responsáveis pelo resfriado comum. Além disso, não podemos nos esquecer do vírus da Covid-19, que, apesar do fim da pandemia, ainda se mantém presente na sociedade, encontrando um ambiente fértil nesse período”, afirma.

Prevenção
Para minimizar os riscos de infecção, é fundamental adotar medidas preventivas eficazes. “A imunização é essencial, especialmente para crianças pequenas, idosos e gestantes. Além disso, manter uma alimentação equilibrada, garantir uma boa hidratação e evitar contato com pessoas doentes são atitudes fundamentais para proteger a saúde”, enfatiza Cintia.

Sintomas
A observação atenta dos sintomas é crucial para evitar complicações. “Se a criança apresenta febre persistente, tosse intensa, dificuldade para respirar, chiado no peito ou sonolência excessiva, é indispensável procurar um atendimento médico o quanto antes”, alerta a especialista.

A laserterapia

Além das medidas preventivas fundamentais, a laserterapia tem se destacado como um tratamento complementar eficaz no alívio dos sintomas e na recuperação de infecções respiratórias. Estudos demonstram que a laserterapia de baixa intensidade possui efeitos pró-inflamatórias, diminuindo nos níveis de citocinas como Interleucina-1 beta, Interleucina-6, Quimiocina e Fator de Necrose Tumoral Alfa, diminuindo assim a inflamação.

A laserterapia é um tratamento que usa a luz do laser para tratar feridas, dores, inflamações e outras condições. É uma técnica minimamente invasiva que pode ser aplicada em diversas áreas do corpo.

Cintia explica que a técnica pode ser especialmente benéfica para crianças com quadros gripais ou bronquiolite. “A laserterapia melhora a oxigenação do sangue, reduz a inflamação das vias aéreas e ajuda na eliminação das secreções, proporcionando uma recuperação mais rápida e confortável. Muitas vezes, as crianças apresentam um grande acúmulo de muco nos pulmões, o que dificulta a respiração. O laser auxilia nesse processo, diminuindo a obstrução e melhorando a troca gasosa”, esclarece.

Outro benefício importante da laserterapia é a redução da necessidade de medicamentos, como anti-inflamatórios e corticoides. “O tratamento ajuda a aliviar a dor de garganta, a tosse e a congestão nasal sem a necessidade de altas doses de remédios. Isso é especialmente relevante para crianças pequenas, que nem sempre respondem bem ao uso frequente de medicações”, acrescenta Cintia.

Com o aumento das infecções respiratórias nessa estação, é essencial adotar um cuidado reforçado, combinando prevenção e tratamentos que favoreçam a recuperação dos pacientes.

A laserterapia não substitui o acompanhamento médico tradicional, mas pode ser um excelente complemento para acelerar a melhora dos sintomas e proporcionar mais conforto ao paciente. A chave está na abordagem multidisciplinar, unindo diferentes estratégias para garantir o bem-estar das crianças”, conclui a especialista.

 

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