O IV Workshop Inclusão, Acessibilidade e Pertencimento será realizado nos dias 22 e 23 de maio, em Salvador, com a proposta de ampliar o debate sobre permanência e pertencimento nos espaços educacionais e sociais. O encontro acontece no Centro Universitário Estácio, no Campus Gilberto Gil, no auditório S1 e na Brinquedoteca.
A programação reunirá estudantes, professores, profissionais da saúde, educação e direito, além de familiares e interessados na temática da inclusão. O evento também pretende fortalecer reflexões sobre convivência, desenvolvimento humano e acessibilidade.
“É preciso criar condições reais para que pessoas permaneçam, se desenvolvam e se sintam pertencentes aos espaços educacionais e sociais”, reflete Fernanda Menezes, Coordenadora do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicopedagógico (NAAP).
Workshop discute inclusão e saúde emocional
O workshop propõe um diálogo entre práticas inclusivas, saúde emocional, neurodiversidade e direitos humanos. Além disso, o evento articula os pilares da educação apresentados pela UNESCO: Aprender a Conhecer, Aprender a Fazer, Aprender a Conviver e Aprender a Ser.
A programação contará com palestras, oficinas práticas, talk show e momentos de integração. Dessa forma, a iniciativa busca contribuir para a construção de ambientes mais acolhedores e acessíveis.
Entre os temas que serão abordados estão inclusão escolar, autismo, mercado de trabalho, barreiras atitudinais, saúde emocional do educador, autocuidado nas famílias atípicas e o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA).
Permanência vai além da presença física
Idealizado pela psicoterapeuta Dulce Almeida, diretora do Instituto de Desenvolvimento Humano (IDSH), e mediado pela coordenadora do NAAP, o workshop propõe uma experiência imersiva e acolhedora para os participantes.
Segundo Fernanda Menezes, o conceito de permanência envolve mais do que a presença do estudante nos ambientes educacionais.
“Quando falamos em permanência, não estamos tratando apenas da presença física do estudante nos espaços educacionais, mas da construção de vínculos, acolhimento e pertencimento. Um ambiente verdadeiramente inclusivo é aquele que reconhece as diferenças, oferece suporte e cria condições para que cada pessoa se sinta respeitada, ouvida e capaz de continuar sua trajetória com dignidade”, destaca Fernanda Menezes.
Programação busca ampliar o olhar sobre inclusão
Além do debate acadêmico e profissional, o workshop pretende incentivar experiências formativas e interpessoais. Com isso, a proposta é ampliar o olhar sobre pertencimento, convivência e desenvolvimento humano.
As inscrições podem ser realizadas através deste LINK.



